Do movimento estudantil à liderança no Congresso Nacional — na defesa da democracia, dos direitos e do desenvolvimento do nosso estado.
"Cheguei a Pernambuco para estudar e encontrei aqui muito mais do que uma profissão. Encontrei amigos, construí minha família, desenvolvi minha trajetória política e aprendi a amar esta terra e seu povo."
RENILDO CALHEIROS
Nascido em Murici, no interior de Alagoas, Renildo chegou ao Recife em 1979 para cursar Geologia na UFPE — e fixou raízes em Pernambuco. Morou em pensões, na casa de amigos, no Engenho do Meio e no Centro do Recife, vivendo a realidade de milhares de estudantes que chegam à capital em busca de oportunidade.
Na universidade, presidiu o Diretório Acadêmico de Geologia e o DCE da UFPE. Em 1983 foi eleito secretário-geral da União Nacional dos Estudantes e, em 1984, presidente da entidade — ainda sob a ditadura militar. Cumpriu a promessa feita na posse: em 1985, a UNE foi legalizada, saindo da clandestinidade imposta desde 1964.
Ao concluir seu ciclo à frente da UNE, fez a escolha que marcaria sua história: voltou para Pernambuco, o estado que adotou como lar, onde casou e criou seus quatro filhos. Filiou-se ao PCdoB — partido em que permanece até hoje — e, em 1988, foi eleito o primeiro vereador da legenda na Câmara Municipal do Recife.
Dali em diante, passou por todos os degraus da representação popular: deputado federal a partir de 1990, secretário nos governos de Miguel Arraes e, em Olinda, de Luciana Santos — até ser eleito prefeito de Olinda em 2008, no primeiro turno, e reeleito em 2012, também no primeiro turno. Da gestão ficaram marcas como a urbanização da Orla, a requalificação do Alto da Sé, a Faculdade de Medicina, o IFPE Campus Olinda e o festival MIMO.
Hoje cumpre seu quinto mandato como deputado federal, é líder da bancada do PCdoB e vice-líder do governo Lula na Câmara — sempre em defesa do desenvolvimento de Pernambuco, da democracia e dos direitos do povo brasileiro.
Líder da bancada do PCdoB em seis mandatos, condutor de blocos com mais de 70 deputados e, hoje, vice-líder do governo Lula na Câmara — peça-chave na interlocução entre Executivo e Legislativo.
Atua como peça-chave na interlocução direta entre o Executivo e o Legislativo, articulando as pautas prioritárias do governo na Câmara.
Principal articulador da aprovação da lei que criou as federações partidárias, inovação institucional que fortaleceu a estabilidade política do país.
Em 2025, orientou e comandou o voto contrário do PCdoB à PEC da Blindagem — apelidada pelas ruas de "PEC da Bandidagem" —, que protegeria parlamentares de investigações. Pressionada pela população, a proposta não passou.
Posição firme contra a redução da maioridade penal: o enfrentamento da violência passa por educação, oportunidade e proteção da juventude — não por encarcerar adolescentes.
Barrou o avanço de tentativas de anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
Na linha de frente da regulamentação da Reforma Tributária e da luta pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
No biênio 2021-2022, atuou para viabilizar recursos para o SUS, o auxílio emergencial e a campanha de vacinação.
Liderou debates estruturantes como a aprovação do novo Fundeb permanente e das leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc.
PL 5170/2025 — autoria
Cria o Programa Nacional de Transporte Público Coletivo com Tarifa Zero e institui o Fundo Nacional Tarifa Zero (FNTZ).
Lei nº 14.399/2022 — coautoria
Tornou permanente o fomento cultural no país, descentralizando R$ 3 bilhões anuais a estados e municípios.
PL 1893/2019 — autoria
Cria o Fundo Especial do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Funphan) para municípios com bens tombados.
PL 614/2026 — autoria
Assegura a manutenção do vínculo e a realocação de empregados públicos do setor metroferroviário e da CBTU.
CCJ e colegiados temáticos
Atuação como titular na Comissão de Constituição e Justiça e em colegiados de soberania e segurança pública integrada.
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